Notícias Vaticano

Vaticano: tema dos cristãos perseguidos dominou encontro do Papa com o patriarca da Igreja Assíria do Oriente

E«Diálogo é o melhor antídoto para o extremismo», destacaram Francisco e Mar Gewargis III

 

O Papa recebeu na Cidade do Vaticano, no dia 9 de Novembro de 2018 o patriarca da Igreja Assíria do Oriente, Mar Gewargis III, numa audiência dominada pela situação difícil que os cristãos estão a enfrentar no Médio Oriente.

 

 

De acordo com a sala de imprensa da Santa Sé, Francisco acolheu Mar Gewargis III com uma saudação de “paz” e recordou todos quantos hoje são “vítimas de violência e frequentemente forçados a deixar as suas terras”, por causa da sua fé, no Iraque e na Síria.

 

 

“De facto, nós partilhamos o grande sofrimento que resulta da situação trágica dos nossos irmãos e irmãos no Médio Oriente”, salientou o Papa argentino, que depois relevou o clima de comunhão e unidade existente entre as várias comunidades cristãs, algo que ajuda a enfrentar o atual clima de adversidade.

 

 

“Eles percorrem a via-sacra no encalço dos passos de Cristo, e mesmo pertencendo a diferentes comunidades, vivem entre eles relações fraternas e afirmam-se deste modo como as nossas testemunhas de unidade”, salientou o Papa.

 

 

No final do encontro, foi emitida uma “declaração comum”, de Francisco e Mar Gewargis III, em que os dois líderes religiosos mostram o seu empenho em “serem juntos uma voz a favor daqueles que não têm voz”, em particular “os cristãos perseguidos”.

 

 

“Juntos vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para aliviar o seu sofrimento e ajudar as pessoas a encontrarem um modo de começar uma vida nova. Não é possível imaginar o Médio Oriente sem cristãos”, reforçaram os dois responsáveis.

 

 

O Papa e o patriarca da Igreja Assíria do Oriente sustentaram ainda a necessidade de privilegiar o “diálogo inter-religioso” em ordem a contribuir para um clima de maior “abertura, verdade e amor”.

 

 

“Este diálogo é o melhor antídoto para o extremismo, que hoje ameaça os crentes de todas as religiões”, afirmaram.

 

 

Francisco e Mar Gewargis III terminaram o seu encontro com um apelo à oração por todas as comunidades cristãs perseguidas.

 

 

Agência Ecclesia - JCP

 

 

Foto: Vatican Media

Papa: «liberdade religiosa é um bem supremo a ser salvaguardado»

Cidade do Vaticano, 5.Nov.2018 – O Papa recebeu hoje no Vaticano uma delegação da comunidade judaica do Cáucaso, para um encontro que teve como tema central a questão da liberdade religiosa.

 

De acordo com o portal Vatican News, Francisco salientou que “a liberdade religiosa é um bem supremo a ser salvaguardado, um direito humano fundamental e um baluarte contra a afirmação dos totalitarismos”.

 

Esta foi a primeira vez, refere a mesma fonte, que representantes do Congresso Mundial dos Judeus do Cáucaso se deslocaram a Roma, para uma audiência com o Papa.

 

O diálogo entre as duas partes aconteceu no contexto da memória do Holocausto nazi, que custou a morte a muitos membros da comunidade judaica.

 

A história dos Judeus do Cáucaso vem desde o século V depois de Cristo, com origem na antiga Pérsia, hoje conhecida como Irão.

 

Durante muitos séculos, esta comunidade esteve presente sobretudo na região montanhosa junto ao Mar Cáspio, mas com a queda da antiga União Soviética, a maior parte está agora radicada em países como a Rússia e o Azerbeijão.

 

Durante a audiência, Francisco começou por recordar o encontro que teve em Setembro último com a comunidade judaica na Lituânia, no âmbito da viagem apostólica que promoveu à região Leste da Europa, e neste caso também à Letónia e à Estónia.

 

Uma visita que serviu para assinalar também o 75.º aniversário da destruição do guetto judeu que havia sido criado em Vilnius, na capital lituana.

 

Sobre as relações entre cristãos e judeus, o Papa argentino frisou que “um cristão não pode ser antissemita”.

 

“Nós partilhamos as mesmas raízes, seria uma contradição de fé e de vida. Pelo contrário, somos chamados a trabalhar de modo a que o antissemitismo seja banido da comunidade humana”, completou Francisco.

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Mortos pelo simples facto de serem cristãos, diz o Papa sobre atentado no Egipto

O atentado do Estado Islâmico contra um autocarro que transportava peregrinos, nas proximidades do Mosteiro de São Samuel, Província de Minya, matou sete cristãos coptas e deixou 19 feridos (aqui).

A Santa Sé na ONU sobre as missões de paz no mundo

"O desenvolvimento não é possível sem paz e a paz não é possível sem desenvolvimento", foi o que defendeu o Observador Permanente da Santa Sé, D. Bernardito Auza, ao falar na ONU sobre a revisão completa das operações de paz da ONU no mundo. Não à migração forçada como arma de guerra (aqui).

Sínodo: Cardeal Sako, Santo Padre estamos consigo

Secretário-geral do Sínodo, Cardeal Lorenzo Baldisseri: “desde o primeiro anúncio do Sínodo, jovens de todo o mundo se colocaram em movimento para se sentirem perto dos seus Pastores, pedindo para serem ouvidos" (aqui).

Sínodo sobre os Jovens

O texto final foi aprovado na tarde de 27 de Outubro na Sala do Sínodo. O documento foi entregue nas mãos do Papa, que então autorizou a sua publicação (aqui).

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Notícias Vaticano

Vaticano: tema dos cristãos perseguidos dominou encontro do Papa com o patriarca da Igreja Assíria do Oriente

E«Diálogo é o melhor antídoto para o extremismo», destacaram Francisco e Mar Gewargis III

 

O Papa recebeu na Cidade do Vaticano, no dia 9 de Novembro de 2018 o patriarca da Igreja Assíria do Oriente, Mar Gewargis III, numa audiência dominada pela situação difícil que os cristãos estão a enfrentar no Médio Oriente.

 

 

De acordo com a sala de imprensa da Santa Sé, Francisco acolheu Mar Gewargis III com uma saudação de “paz” e recordou todos quantos hoje são “vítimas de violência e frequentemente forçados a deixar as suas terras”, por causa da sua fé, no Iraque e na Síria.

 

 

“De facto, nós partilhamos o grande sofrimento que resulta da situação trágica dos nossos irmãos e irmãos no Médio Oriente”, salientou o Papa argentino, que depois relevou o clima de comunhão e unidade existente entre as várias comunidades cristãs, algo que ajuda a enfrentar o atual clima de adversidade.

 

 

“Eles percorrem a via-sacra no encalço dos passos de Cristo, e mesmo pertencendo a diferentes comunidades, vivem entre eles relações fraternas e afirmam-se deste modo como as nossas testemunhas de unidade”, salientou o Papa.

 

 

No final do encontro, foi emitida uma “declaração comum”, de Francisco e Mar Gewargis III, em que os dois líderes religiosos mostram o seu empenho em “serem juntos uma voz a favor daqueles que não têm voz”, em particular “os cristãos perseguidos”.

 

 

“Juntos vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para aliviar o seu sofrimento e ajudar as pessoas a encontrarem um modo de começar uma vida nova. Não é possível imaginar o Médio Oriente sem cristãos”, reforçaram os dois responsáveis.

 

 

O Papa e o patriarca da Igreja Assíria do Oriente sustentaram ainda a necessidade de privilegiar o “diálogo inter-religioso” em ordem a contribuir para um clima de maior “abertura, verdade e amor”.

 

 

“Este diálogo é o melhor antídoto para o extremismo, que hoje ameaça os crentes de todas as religiões”, afirmaram.

 

 

Francisco e Mar Gewargis III terminaram o seu encontro com um apelo à oração por todas as comunidades cristãs perseguidas.

 

 

Agência Ecclesia - JCP

 

 

Foto: Vatican Media

Papa: «liberdade religiosa é um bem supremo a ser salvaguardado»

Cidade do Vaticano, 5.Nov.2018 – O Papa recebeu hoje no Vaticano uma delegação da comunidade judaica do Cáucaso, para um encontro que teve como tema central a questão da liberdade religiosa.

 

De acordo com o portal Vatican News, Francisco salientou que “a liberdade religiosa é um bem supremo a ser salvaguardado, um direito humano fundamental e um baluarte contra a afirmação dos totalitarismos”.

 

Esta foi a primeira vez, refere a mesma fonte, que representantes do Congresso Mundial dos Judeus do Cáucaso se deslocaram a Roma, para uma audiência com o Papa.

 

O diálogo entre as duas partes aconteceu no contexto da memória do Holocausto nazi, que custou a morte a muitos membros da comunidade judaica.

 

A história dos Judeus do Cáucaso vem desde o século V depois de Cristo, com origem na antiga Pérsia, hoje conhecida como Irão.

 

Durante muitos séculos, esta comunidade esteve presente sobretudo na região montanhosa junto ao Mar Cáspio, mas com a queda da antiga União Soviética, a maior parte está agora radicada em países como a Rússia e o Azerbeijão.

 

Durante a audiência, Francisco começou por recordar o encontro que teve em Setembro último com a comunidade judaica na Lituânia, no âmbito da viagem apostólica que promoveu à região Leste da Europa, e neste caso também à Letónia e à Estónia.

 

Uma visita que serviu para assinalar também o 75.º aniversário da destruição do guetto judeu que havia sido criado em Vilnius, na capital lituana.

 

Sobre as relações entre cristãos e judeus, o Papa argentino frisou que “um cristão não pode ser antissemita”.

 

“Nós partilhamos as mesmas raízes, seria uma contradição de fé e de vida. Pelo contrário, somos chamados a trabalhar de modo a que o antissemitismo seja banido da comunidade humana”, completou Francisco.

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