Notícias Vaticano

Mês de Maria: Papa reza o Terço nos Jardins do Vaticano

As crianças da Paróquia de Santa Maria della Grotticella, de Viterbo, também vão participar da oração do 31 de maio, no Vaticano, marcando o encerramento da maratona desejada pelo Pontífice para pedir o fim da pandemia. O pároco, Pe. Giuseppe Curre: "quando contei às crianças e aos catequistas sobre a notícia houve exultação" (aqui).

Papa vai reunir-se com líderes cristãos do Líbano para construir a paz

“A partir deste momento, peço-vos para acompanharem a preparação deste evento com a oração solidária”, pediu Francisco, que há muito deseja visitar o Líbano. Preocupação com futuro do país já vem de João Paulo II (aqui).

Papa pede mais orações pela paz na Terra Santa

Francisco congratula-se com o cessar-fogo na Faixa de Gaza, esperando caminhos de diálogo e de paz.

 

O Santo Padre recebeu esta manhã um grupo de diplomatas que lhe apresentaram as suas cartas credenciais. Com o pensamento no que se passa em Israel e na Palestina, Francisco disse: “Agradeço a Deus a decisão de parar os confrontos armados e espero que sejam seguidos os caminhos do diálogo e da paz”.

 

A propósito do recente cessar-fogo naquela região, o Papa acrescentou que “amanhã à noite, os Ordinários católicos da Terra Santa celebrarão com os seus fiéis a Vigília de Pentecostes na igreja de Santo Stefano, em Jerusalém, implorando o dom da paz”.

 

“Aproveito esta oportunidade para pedir a todos os pastores e fiéis da Igreja Católica que se juntem a eles em oração”, disse o Papa.

 

Francisco espera assim que “a súplica ao Espírito Santo se eleve em todas as comunidades, para que israelitas e palestinos encontrem o caminho do diálogo e do perdão, para serem pacientes construtores da paz e da justiça, abrindo-se, passo a passo, a uma esperança comum, à convivência entre irmãos”.

 

Neste discurso, o Santo Padre não esqueceu as consequências da pandemia e a necessidade de abordar questões globais urgentes, como as da migração e alterações climáticas e as crises humanitárias que muitas vezes delas resultam.

 

“Penso também na dívida económica que pesa sobre muitos países que lutam para sobreviver, e na ‘dívida ecológica’ que devemos à própria natureza, bem como aos povos e países afetados pela degradação ambiental causada pelo homem e pela perda da biodiversidade”, afirmou.

 

Francisco sublinhou ainda que “estes problemas não são meramente políticos ou económicos; são questões de justiça, uma justiça que não pode mais ser ignorada ou adiada”.

 

Na verdade, acrescentou o Papa, “é um dever moral intergeracional, porque a seriedade com que respondemos a estas questões determina o mundo que deixamos para os nossos filhos”.

 

Os novos embaixadores que apresentaram as cartas credenciais ao Papa são provenientes de Singapura, Zimbabué, Bangladesh, Argélia, Sri Lanka, Barbados, Suécia, Finlândia e Nepal.

 

Aura Miguel – Rádio Renascença

 

Fotografia: Vatican Media

Vaticano: Papa assinala 13 de Maio e evoca atentado contra São João Paulo II

O Papa assinalou no Vaticano o aniversário da primeira aparição de Fátima, que se celebra a 13 de maio, evocando também o atentado contra São João Paulo II, na Praça de São Pedro, há 40 anos (aqui).

13 de Maio: Papa envia mensagem aos peregrinos e pede orações pelas vítimas da pandemia

«Surpresa» de Francisco marcou início da Eucaristia, no recinto de oração (aqui).

13 de Maio: São João Paulo II e o atentado que mudou a sua história com Fátima

Papa polaco recordado pela sua ligação ao Santuário da Cova da Iria

 

Em Fátima, o Papa falou para “agradecer à Divina Providência neste lugar que a mãe de Deus parece ter escolhido de modo tão particular” (homilia do 13 de Maio). Simbolicamente, a bala que lhe atravessou o abdómen repousa hoje na imagem da Virgem na Cova da Iria.

 

 

Diante dos peregrinos, na Capelinha das Aparições, agradeceu a “especial proteção materna de Nossa Senhora” (aqui).

Cardeal Wyszynski, o rosto da resistência aos comunistas, vai ser beatificado na Polónia

Wyszynski foi sempre considerado um pai da nação, por nunca a ter abandonado durante o nazismo e defendido nos tempos do comunismo. Criado cardeal em 12 de janeiro de 1953 por Pio XII, foi presidente da Conferência Episcopal Polaca desde 1956 até à morte, em 1981.

 

"O maior pecado para um apóstolo é o medo”, escreveu o cardeal Wyszynski na prisão, “o medo de um apóstolo é o primeiro aliado dos seus inimigos”.

 

Perseguido pelo regime comunista, o Cardeal Wyszynski, arcebispo de Varsóvia e primaz da Polónia foi o rosto da resistência ao comunismo durante o período da Guerra Fria. Esteve preso durante três anos, por se recusar, em 1953, a punir padres ativos na resistência polaca contra o regime comunista e foi também decisivo na nomeação de Karol Wojtyla como arcebispo de Cracóvia em 1964.

 

Wyszynski foi sempre considerado um pai da nação, por nunca a ter abandonado durante o nazismo e defendido nos tempos do comunismo. Criado cardeal em 12 de janeiro de 1953 por Pio XII, foi presidente da Conferência Episcopal Polaca desde 1956 até à morte, em 1981.

 

Referência incontornável na história recente daquela nação, cardeal Wyszynski ficou também famoso quando se ajoelhou diante de João Paulo II, na missa de início de seu pontificado, e o Papa polaco o levantou e abraçou.

 

“A tua fé e confiança em Maria, apesar das perseguições, ajudaram-me a ser Sucessor de Pedro”, assegurou Wojtyla numa carta dirigida ao Cardeal-primaz e aos católicos polacos, logo após ter sido eleito, em outubro de 1978.

 

“Este Papa polaco não estaria hoje na Cátedra de Pedro, cheio de temor de Deus, mas também de confiança, se não fosse pela tua fé, que não se intimidou diante da prisão e dos sofrimentos”, escreveu João Paulo II.

 

Em 19 de dezembro de 2017, o Papa Francisco reconheceu suas virtudes heroicas e, em 2019, foi comprovado o milagre da cura de uma jovem com cancro na tiroide.

 

A data da beatificação do cardeal Stefan Wyszynski foi anunciada este sábado pelo Vaticano para o próximo dia 12 de setembro.

 

Aura Miguel


Notícias Vaticano

Mês de Maria: Papa reza o Terço nos Jardins do Vaticano

As crianças da Paróquia de Santa Maria della Grotticella, de Viterbo, também vão participar da oração do 31 de maio, no Vaticano, marcando o encerramento da maratona desejada pelo Pontífice para pedir o fim da pandemia. O pároco, Pe. Giuseppe Curre: "quando contei às crianças e aos catequistas sobre a notícia houve exultação" (aqui).

Papa vai reunir-se com líderes cristãos do Líbano para construir a paz

“A partir deste momento, peço-vos para acompanharem a preparação deste evento com a oração solidária”, pediu Francisco, que há muito deseja visitar o Líbano. Preocupação com futuro do país já vem de João Paulo II (aqui).

Papa pede mais orações pela paz na Terra Santa

Francisco congratula-se com o cessar-fogo na Faixa de Gaza, esperando caminhos de diálogo e de paz.

 

O Santo Padre recebeu esta manhã um grupo de diplomatas que lhe apresentaram as suas cartas credenciais. Com o pensamento no que se passa em Israel e na Palestina, Francisco disse: “Agradeço a Deus a decisão de parar os confrontos armados e espero que sejam seguidos os caminhos do diálogo e da paz”.

 

A propósito do recente cessar-fogo naquela região, o Papa acrescentou que “amanhã à noite, os Ordinários católicos da Terra Santa celebrarão com os seus fiéis a Vigília de Pentecostes na igreja de Santo Stefano, em Jerusalém, implorando o dom da paz”.

 

“Aproveito esta oportunidade para pedir a todos os pastores e fiéis da Igreja Católica que se juntem a eles em oração”, disse o Papa.

 

Francisco espera assim que “a súplica ao Espírito Santo se eleve em todas as comunidades, para que israelitas e palestinos encontrem o caminho do diálogo e do perdão, para serem pacientes construtores da paz e da justiça, abrindo-se, passo a passo, a uma esperança comum, à convivência entre irmãos”.

 

Neste discurso, o Santo Padre não esqueceu as consequências da pandemia e a necessidade de abordar questões globais urgentes, como as da migração e alterações climáticas e as crises humanitárias que muitas vezes delas resultam.

 

“Penso também na dívida económica que pesa sobre muitos países que lutam para sobreviver, e na ‘dívida ecológica’ que devemos à própria natureza, bem como aos povos e países afetados pela degradação ambiental causada pelo homem e pela perda da biodiversidade”, afirmou.

 

Francisco sublinhou ainda que “estes problemas não são meramente políticos ou económicos; são questões de justiça, uma justiça que não pode mais ser ignorada ou adiada”.

 

Na verdade, acrescentou o Papa, “é um dever moral intergeracional, porque a seriedade com que respondemos a estas questões determina o mundo que deixamos para os nossos filhos”.

 

Os novos embaixadores que apresentaram as cartas credenciais ao Papa são provenientes de Singapura, Zimbabué, Bangladesh, Argélia, Sri Lanka, Barbados, Suécia, Finlândia e Nepal.

 

Aura Miguel – Rádio Renascença

 

Fotografia: Vatican Media

Vaticano: Papa assinala 13 de Maio e evoca atentado contra São João Paulo II

O Papa assinalou no Vaticano o aniversário da primeira aparição de Fátima, que se celebra a 13 de maio, evocando também o atentado contra São João Paulo II, na Praça de São Pedro, há 40 anos (aqui).

13 de Maio: Papa envia mensagem aos peregrinos e pede orações pelas vítimas da pandemia

«Surpresa» de Francisco marcou início da Eucaristia, no recinto de oração (aqui).

13 de Maio: São João Paulo II e o atentado que mudou a sua história com Fátima

Papa polaco recordado pela sua ligação ao Santuário da Cova da Iria

 

Em Fátima, o Papa falou para “agradecer à Divina Providência neste lugar que a mãe de Deus parece ter escolhido de modo tão particular” (homilia do 13 de Maio). Simbolicamente, a bala que lhe atravessou o abdómen repousa hoje na imagem da Virgem na Cova da Iria.

 

 

Diante dos peregrinos, na Capelinha das Aparições, agradeceu a “especial proteção materna de Nossa Senhora” (aqui).

Cardeal Wyszynski, o rosto da resistência aos comunistas, vai ser beatificado na Polónia

Wyszynski foi sempre considerado um pai da nação, por nunca a ter abandonado durante o nazismo e defendido nos tempos do comunismo. Criado cardeal em 12 de janeiro de 1953 por Pio XII, foi presidente da Conferência Episcopal Polaca desde 1956 até à morte, em 1981.

 

"O maior pecado para um apóstolo é o medo”, escreveu o cardeal Wyszynski na prisão, “o medo de um apóstolo é o primeiro aliado dos seus inimigos”.

 

Perseguido pelo regime comunista, o Cardeal Wyszynski, arcebispo de Varsóvia e primaz da Polónia foi o rosto da resistência ao comunismo durante o período da Guerra Fria. Esteve preso durante três anos, por se recusar, em 1953, a punir padres ativos na resistência polaca contra o regime comunista e foi também decisivo na nomeação de Karol Wojtyla como arcebispo de Cracóvia em 1964.

 

Wyszynski foi sempre considerado um pai da nação, por nunca a ter abandonado durante o nazismo e defendido nos tempos do comunismo. Criado cardeal em 12 de janeiro de 1953 por Pio XII, foi presidente da Conferência Episcopal Polaca desde 1956 até à morte, em 1981.

 

Referência incontornável na história recente daquela nação, cardeal Wyszynski ficou também famoso quando se ajoelhou diante de João Paulo II, na missa de início de seu pontificado, e o Papa polaco o levantou e abraçou.

 

“A tua fé e confiança em Maria, apesar das perseguições, ajudaram-me a ser Sucessor de Pedro”, assegurou Wojtyla numa carta dirigida ao Cardeal-primaz e aos católicos polacos, logo após ter sido eleito, em outubro de 1978.

 

“Este Papa polaco não estaria hoje na Cátedra de Pedro, cheio de temor de Deus, mas também de confiança, se não fosse pela tua fé, que não se intimidou diante da prisão e dos sofrimentos”, escreveu João Paulo II.

 

Em 19 de dezembro de 2017, o Papa Francisco reconheceu suas virtudes heroicas e, em 2019, foi comprovado o milagre da cura de uma jovem com cancro na tiroide.

 

A data da beatificação do cardeal Stefan Wyszynski foi anunciada este sábado pelo Vaticano para o próximo dia 12 de setembro.

 

Aura Miguel

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