Notícias Terra Santa

Declaração dos Ordinários Católicos da Terra Santa sobre a lei do Estado Nação adoptada pelo Knesset Israelita

Declaração dos Ordinários Católicos da Terra Santa sobre a lei do Estado Nação adoptada pelo Knesset Israelita (aqui).

Carta do cardeal Sako: com os jovens para reconstruir o Iraque

O patriarca caldeu assegura aos jovens que eles podem encontrar na Igreja um lugar onde receber conforto e apoio. “A Igreja é a casa deles, e nela têm o seu lugar e o seu papel. E a Igreja com seus ministros, bispos e presbíteros, oferece-lhes todo o apoio.” A Igreja deve acolher, proteger, promover e integrar", afirma (aqui).

Terra Santa: remoção de minas do terreno do convento do Baptismo de Jesus

"Esse terreno está ligado ao evento do Batismo de Jesus. Com o trabalho de remoção de minas esperamos restaurá-lo e recuperá-lo a fim de incentivar a peregrinação a esse local", disse o Custódio da Terra Santa, frei Francesco Patton (aqui).

Bispos da Terra Santa: lei sobre Israel "Estado judeu" deve ser retirada

Os bispos católicos da Terra Santa, numa declaração pedem a Israel que a lei sobre o "Estado-Nação" adoptada pelo Parlamento seja revogada, uma vez que contradiz os cânones humanísticos e democráticos encontrados na mesma legislação israelita.

 

Jerusalém 

A lei sobre o "Estado-Nação", aprovada pelo Parlamento israelita no passado dia 19 de julho, que define Israel "Estado-Nação" do povo judeu, deve ser revogada porque contradiz os cânones humanísticos e democráticos encontrados na mesma legislação israelita, e também a leis e convenções internacionais das quais Israel é signatário, destinadas a proteger e promover "os direitos humanos, o respeito pela diversidade e o fortalecimento da justiça, da igualdade e da paz". Os bispos da Terra Santa – refere a Agência Fides -, solicitam isso de forma unânime numa declaração assinada, entre outros, pelo arcebispo Pierbattista Pizzaballa, Administrador Apostólico do Patriarcado Latino de Jerusalém, e pelo padre Francesco Patton, Custódio da Terra Santa. A nova lei fundamental, destacam os representantes das comunidades católicas na Terra Santa, introduz elementos de discriminação entre os co-nacionais israelitas, enquanto reserva uma especial solicitude no garantir o "bem-estar e a segurança" dos cidadãos judeus do Estado de Israel.

 

 

Cidadãos judeus são privilegiados em relação a outros 

"Os nossos fiéis, cristãos e seus companheiros muçulmanos, drusos e bahá'ís, todos nós árabes", diz a declaração, "não são menos cidadãos deste país dos nossos irmãos e irmãs judeus". Os bispos católicos reconhecem que desde a proclamação de independência de Israel, se sentiu uma tensão interna à fórmula que definia o Estado de Israel como "judeu" e "democrático". Na dialética contínua para manter um equilíbrio entre esses dois termos, a promulgação da Lei fundamental de 1992 sobre a dignidade humana e a liberdade por parte do Knesset representou "um passo importante" para preservar os cidadãos de Israel de qualquer forma de discriminação. Mas agora, a nova Lei fundamental sobre Israel "Estado judeu", aprovada em julho de 2018, também "fornece uma base constitucional e legal para a discriminação entre os cidadãos israelitas, afirmando claramente os princípios pelos quais os cidadãos judeus devem ser privilegiados em comparação com outros cidadãos".

 

 

A lei não trata os cidadãos de Israel com igualdade 

Em contraste com tais potenciais desvios discriminatórios - insistem os bispos e representantes católicos da Terra Santa - "cristãos, muçulmanos, drusos, bahá'ís e judeus pedem para serem tratados como cidadãos iguais. Essa igualdade deve incluir o respeitoso reconhecimento das nossas identidades cívicas (israelitas), étnicas (palestinas árabes) e religiosas (cristãs), como indivíduos e como comunidades”.

 

 

G.V. - Agência Fides

Terra Santa: começou a demolição do vilarejo de Khan al Ahmar

Continuam as obras de terraplanagem ao redor do emblemático vilarejo beduíno de Khan al Ahmar, na Cisjordânia ocupada, a leste de Jerusalém, numa área considerada estratégica para a expansão de novos assentamentos de colonos israelitas. Apelo da Comissão Episcopal Justiça e Paz (aqui).

27 cruzes de lápide vandalizadas pela 2.ª vez no cemitério salesiano a oeste de Jerusalém

Desde 2013, o Mosteiro Salesiano de Beit Gemal foi alvo de quatro ataques de vandalismo na sua igreja e bens. O último acontecimento teve lugar na Quarta-feira, dia 17 de Outubro de 2018, com a profanação de vinte e sete cruzes tumulares em betão e em metal no cemitério adjacente ao Mosteiro (aqui).

Festa de Nossa Senhora da Palestina reúne centenas de cristãos em Deir Rafat

Centenas de fiéis de toda a Terra Santa reuniram-se para celebrar a festa de Nossa Senhora da Palestina, em Deir Rafat. A Missa foi presidida pelo Núncio Apostólico, Mons. Leopoldo Girelli. Contou com a presença de muitos sacerdotes e religiosos que compõem o mosaico cristão da Terra Santa, além, de centenas de peregrinos (aqui).


Notícias Terra Santa

Declaração dos Ordinários Católicos da Terra Santa sobre a lei do Estado Nação adoptada pelo Knesset Israelita

Declaração dos Ordinários Católicos da Terra Santa sobre a lei do Estado Nação adoptada pelo Knesset Israelita (aqui).

Carta do cardeal Sako: com os jovens para reconstruir o Iraque

O patriarca caldeu assegura aos jovens que eles podem encontrar na Igreja um lugar onde receber conforto e apoio. “A Igreja é a casa deles, e nela têm o seu lugar e o seu papel. E a Igreja com seus ministros, bispos e presbíteros, oferece-lhes todo o apoio.” A Igreja deve acolher, proteger, promover e integrar", afirma (aqui).

Terra Santa: remoção de minas do terreno do convento do Baptismo de Jesus

"Esse terreno está ligado ao evento do Batismo de Jesus. Com o trabalho de remoção de minas esperamos restaurá-lo e recuperá-lo a fim de incentivar a peregrinação a esse local", disse o Custódio da Terra Santa, frei Francesco Patton (aqui).

Bispos da Terra Santa: lei sobre Israel "Estado judeu" deve ser retirada

Os bispos católicos da Terra Santa, numa declaração pedem a Israel que a lei sobre o "Estado-Nação" adoptada pelo Parlamento seja revogada, uma vez que contradiz os cânones humanísticos e democráticos encontrados na mesma legislação israelita.

 

Jerusalém 

A lei sobre o "Estado-Nação", aprovada pelo Parlamento israelita no passado dia 19 de julho, que define Israel "Estado-Nação" do povo judeu, deve ser revogada porque contradiz os cânones humanísticos e democráticos encontrados na mesma legislação israelita, e também a leis e convenções internacionais das quais Israel é signatário, destinadas a proteger e promover "os direitos humanos, o respeito pela diversidade e o fortalecimento da justiça, da igualdade e da paz". Os bispos da Terra Santa – refere a Agência Fides -, solicitam isso de forma unânime numa declaração assinada, entre outros, pelo arcebispo Pierbattista Pizzaballa, Administrador Apostólico do Patriarcado Latino de Jerusalém, e pelo padre Francesco Patton, Custódio da Terra Santa. A nova lei fundamental, destacam os representantes das comunidades católicas na Terra Santa, introduz elementos de discriminação entre os co-nacionais israelitas, enquanto reserva uma especial solicitude no garantir o "bem-estar e a segurança" dos cidadãos judeus do Estado de Israel.

 

 

Cidadãos judeus são privilegiados em relação a outros 

"Os nossos fiéis, cristãos e seus companheiros muçulmanos, drusos e bahá'ís, todos nós árabes", diz a declaração, "não são menos cidadãos deste país dos nossos irmãos e irmãs judeus". Os bispos católicos reconhecem que desde a proclamação de independência de Israel, se sentiu uma tensão interna à fórmula que definia o Estado de Israel como "judeu" e "democrático". Na dialética contínua para manter um equilíbrio entre esses dois termos, a promulgação da Lei fundamental de 1992 sobre a dignidade humana e a liberdade por parte do Knesset representou "um passo importante" para preservar os cidadãos de Israel de qualquer forma de discriminação. Mas agora, a nova Lei fundamental sobre Israel "Estado judeu", aprovada em julho de 2018, também "fornece uma base constitucional e legal para a discriminação entre os cidadãos israelitas, afirmando claramente os princípios pelos quais os cidadãos judeus devem ser privilegiados em comparação com outros cidadãos".

 

 

A lei não trata os cidadãos de Israel com igualdade 

Em contraste com tais potenciais desvios discriminatórios - insistem os bispos e representantes católicos da Terra Santa - "cristãos, muçulmanos, drusos, bahá'ís e judeus pedem para serem tratados como cidadãos iguais. Essa igualdade deve incluir o respeitoso reconhecimento das nossas identidades cívicas (israelitas), étnicas (palestinas árabes) e religiosas (cristãs), como indivíduos e como comunidades”.

 

 

G.V. - Agência Fides

Terra Santa: começou a demolição do vilarejo de Khan al Ahmar

Continuam as obras de terraplanagem ao redor do emblemático vilarejo beduíno de Khan al Ahmar, na Cisjordânia ocupada, a leste de Jerusalém, numa área considerada estratégica para a expansão de novos assentamentos de colonos israelitas. Apelo da Comissão Episcopal Justiça e Paz (aqui).

27 cruzes de lápide vandalizadas pela 2.ª vez no cemitério salesiano a oeste de Jerusalém

Desde 2013, o Mosteiro Salesiano de Beit Gemal foi alvo de quatro ataques de vandalismo na sua igreja e bens. O último acontecimento teve lugar na Quarta-feira, dia 17 de Outubro de 2018, com a profanação de vinte e sete cruzes tumulares em betão e em metal no cemitério adjacente ao Mosteiro (aqui).

Festa de Nossa Senhora da Palestina reúne centenas de cristãos em Deir Rafat

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e sobre a Terra Santa, através do site da Lugar-Tenência de Portugal.

Tel: +351 213 426 853

Fax: +351 213 474 350

Rua do Alecrim, 72 -R/CDto. 1200-018 Lisboa

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