Notícias O.C.S.S.J.

Site do Grão-Magistério - Newsletter n.º 61, já acessível

Poderá consultar (em inglês) o n.º 61 da newsletter trimestral da Ordem do Santo Sepulcro no site do Grão Magistério (aqui).

Primeira Quinta-feira

Em Lisboa:

 

Na passada Quinta-feira – Primeira Quinta-feira do mês de Maio – pelas 18h30, S. Ex.ª o Lugar-Tenente e alguns membros e amigos da Ordem, reuniram-se na Igreja de Santo Condestável.

 

À hora previamente anunciada e sob a presidência do Prior desta nossa Igreja Capitular, Cavaleiro Rev.º P.e Luís Almeida, houve Exposição e Adoração do Santíssimo e rezou-se o Terço.

 

Às 19h00, celebrou-se a Santa Missa em Acção de Graças pela Divina Protecção a todos os membros da Ordem, tendo sido incluído o sufrágio das almas dos membros da Ordem que Deus a Si chamou recentemente.

 

Em Coimbra:

 

Com a Capela praticamente cheia, estiveram presentes, como de costume no Centro Pastoral Irmã Lúcia (nova Reitoria do Coração Imaculado de Maria, ao Loreto) a quase totalidade dos elementos da Ordem, residentes em Coimbra, ao que se juntou um já significativo número de Paroquianos.

 

Cinco dos membros da Ordem presentes encarregaram-se da prévia Recitação do Terço (integrado na Paroquial devoção do "Mês de Maria") após o que se seguiu a Santa Missa, presidida pelo respectivo Reitor, Rev.º P.e Francisco Prior Claro, o qual, além de mais uma das suas vibrantes Homilias, explicou também, aos presentes, as especiais intenções do dia, pela Ordem do Santo Sepulcro, pelos Cristãos da Terra Santa e em sufrágio da Alma do membro da Ordem que, recentemente, Deus chamou a Si.

Revista Cruz de Jerusalém 2020 - 2021

ROMA, 21 de Abril de 2021 - A Ordem do Santo Sepulcro acabou de publicar a revista anual Cruz de Jerusalém para os anos 2020-2021. Nos seus artigos, a revista centra-se nas últimas notícias da Igreja Universal e da Ordem do Santo Sepulcro, através de diferentes entrevistas, lançando luz sobre a Terra Santa e o papel da Ordem ao seu serviço, especialmente após o surto de Covid-19 e as consequências daí decorrentes para as paróquias e para os fiéis. A revista mostra os diversos programas fornecidos pela Ordem na Terra Santa, em colaboração com o Patriarcado Latino, que incluem ajuda humanitária nestes tempos difíceis (aqui).

Bispos exprimem “tristeza e indignação” com a aprovação da lei da eutanásia

Em comunicado, o Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) manifestou “tristeza e indignação diante da aprovação parlamentar da lei que autoriza a eutanásia e o suicídio assistido”, acrescido pelo facto de esta aprovação acontecer num momento de “maior agravamento de uma pandemia mortífera”. Leia aqui, na íntegra, o comunicado do Conselho Permanente da CEP:

 

Comunicado do Conselho Permanente da CEP face à aprovação da eutanásia

Os bispos portugueses exprimem a sua tristeza e indignação diante da aprovação parlamentar da lei que autoriza a eutanásia e o suicídio assistido.

Essa tristeza e indignação são acrescidas pelo facto de se legalizar uma forma de morte provocada no momento do maior agravamento de uma pandemia mortífera, em que todos queremos empenhar-nos em salvar o maior número de vidas, para tal aceitando restrições da liberdade e sacrifícios económicos sem paralelo. É um contrassenso legalizar a morte provocada neste contexto, recusando as lições que esta pandemia nos tem dado sobre o valor precioso da vida humana, que a comunidade em geral e nomeadamente os profissionais de saúde tentam salvar de modo sobrehumano.
Salientamos que a lei aprovada poderá ainda ser sujeita a fiscalização da constitucionalidade, por ofender o princípio da inviolabilidade da vida humana consagrado na nossa Lei fundamental.

Não podemos aceitar que a morte provocada seja resposta à doença e ao sofrimento. Aceitar que o seja é desistir de combater e aliviar o sofrimento e veicular a ideia errada de que a vida marcada pela doença e pelo sofrimento deixa de merecer proteção e se torna um peso para o próprio, para os que o rodeiam, para os serviços de saúde e para a sociedade no seu todo. Não podemos nunca desistir de combater e aliviar o sofrimento, físico, psicológico ou existencial, e aceitar que a morte provocada seja resposta para essas situações. A resposta à doença e ao sofrimento deverá ser, antes, a proteção da vida sobretudo quando ela é mais frágil por todos os meios e, nomeadamente pelo acesso aos cuidados paliativos, de que a maioria da população portuguesa está ainda privada.

Para além da política legislativa lesiva da dignidade de toda a vida humana, somos confrontados com um retrocesso cultural sem precedentes, caraterizado pela absolutização da autonomia e autodeterminação da pessoa. A ele temos de reagir energicamente. Por isso, agora, mais do que nunca, reforçamos o nosso propósito de acompanhar com solicitude e amor todos os doentes, em todas as etapas da sua vida terrena e, de modo especial, na sua etapa final.

Lisboa, 29 de janeiro de 2021


Notícias O.C.S.S.J.

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Poderá consultar (em inglês) o n.º 61 da newsletter trimestral da Ordem do Santo Sepulcro no site do Grão Magistério (aqui).

Primeira Quinta-feira

Em Lisboa:

 

Na passada Quinta-feira – Primeira Quinta-feira do mês de Maio – pelas 18h30, S. Ex.ª o Lugar-Tenente e alguns membros e amigos da Ordem, reuniram-se na Igreja de Santo Condestável.

 

À hora previamente anunciada e sob a presidência do Prior desta nossa Igreja Capitular, Cavaleiro Rev.º P.e Luís Almeida, houve Exposição e Adoração do Santíssimo e rezou-se o Terço.

 

Às 19h00, celebrou-se a Santa Missa em Acção de Graças pela Divina Protecção a todos os membros da Ordem, tendo sido incluído o sufrágio das almas dos membros da Ordem que Deus a Si chamou recentemente.

 

Em Coimbra:

 

Com a Capela praticamente cheia, estiveram presentes, como de costume no Centro Pastoral Irmã Lúcia (nova Reitoria do Coração Imaculado de Maria, ao Loreto) a quase totalidade dos elementos da Ordem, residentes em Coimbra, ao que se juntou um já significativo número de Paroquianos.

 

Cinco dos membros da Ordem presentes encarregaram-se da prévia Recitação do Terço (integrado na Paroquial devoção do "Mês de Maria") após o que se seguiu a Santa Missa, presidida pelo respectivo Reitor, Rev.º P.e Francisco Prior Claro, o qual, além de mais uma das suas vibrantes Homilias, explicou também, aos presentes, as especiais intenções do dia, pela Ordem do Santo Sepulcro, pelos Cristãos da Terra Santa e em sufrágio da Alma do membro da Ordem que, recentemente, Deus chamou a Si.

Revista Cruz de Jerusalém 2020 - 2021

ROMA, 21 de Abril de 2021 - A Ordem do Santo Sepulcro acabou de publicar a revista anual Cruz de Jerusalém para os anos 2020-2021. Nos seus artigos, a revista centra-se nas últimas notícias da Igreja Universal e da Ordem do Santo Sepulcro, através de diferentes entrevistas, lançando luz sobre a Terra Santa e o papel da Ordem ao seu serviço, especialmente após o surto de Covid-19 e as consequências daí decorrentes para as paróquias e para os fiéis. A revista mostra os diversos programas fornecidos pela Ordem na Terra Santa, em colaboração com o Patriarcado Latino, que incluem ajuda humanitária nestes tempos difíceis (aqui).

Bispos exprimem “tristeza e indignação” com a aprovação da lei da eutanásia

Em comunicado, o Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) manifestou “tristeza e indignação diante da aprovação parlamentar da lei que autoriza a eutanásia e o suicídio assistido”, acrescido pelo facto de esta aprovação acontecer num momento de “maior agravamento de uma pandemia mortífera”. Leia aqui, na íntegra, o comunicado do Conselho Permanente da CEP:

 

Comunicado do Conselho Permanente da CEP face à aprovação da eutanásia

Os bispos portugueses exprimem a sua tristeza e indignação diante da aprovação parlamentar da lei que autoriza a eutanásia e o suicídio assistido.

Essa tristeza e indignação são acrescidas pelo facto de se legalizar uma forma de morte provocada no momento do maior agravamento de uma pandemia mortífera, em que todos queremos empenhar-nos em salvar o maior número de vidas, para tal aceitando restrições da liberdade e sacrifícios económicos sem paralelo. É um contrassenso legalizar a morte provocada neste contexto, recusando as lições que esta pandemia nos tem dado sobre o valor precioso da vida humana, que a comunidade em geral e nomeadamente os profissionais de saúde tentam salvar de modo sobrehumano.
Salientamos que a lei aprovada poderá ainda ser sujeita a fiscalização da constitucionalidade, por ofender o princípio da inviolabilidade da vida humana consagrado na nossa Lei fundamental.

Não podemos aceitar que a morte provocada seja resposta à doença e ao sofrimento. Aceitar que o seja é desistir de combater e aliviar o sofrimento e veicular a ideia errada de que a vida marcada pela doença e pelo sofrimento deixa de merecer proteção e se torna um peso para o próprio, para os que o rodeiam, para os serviços de saúde e para a sociedade no seu todo. Não podemos nunca desistir de combater e aliviar o sofrimento, físico, psicológico ou existencial, e aceitar que a morte provocada seja resposta para essas situações. A resposta à doença e ao sofrimento deverá ser, antes, a proteção da vida sobretudo quando ela é mais frágil por todos os meios e, nomeadamente pelo acesso aos cuidados paliativos, de que a maioria da população portuguesa está ainda privada.

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Tel: +351 213 426 853

Fax: +351 213 474 350

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